PONTO DE VISTA.
O que se faz necessário é pararmos e analisarmos que não vivemos mais no Brasil Imperial. Sim, vou falar, mas não só sobre o preconceito racial. Mas sobre a grande moléstia que move a sociedade contemporânea. Podemos considerar que o preconceito está inserido em todos os círculos de interação humana, sendo um artifício usado no convívio e nos momentos em que nos defrontamos com o não familiar, o desconhecido ou o diferente. Ele nos ajuda a nos situar em determinadas situações em que o estranho, ao apresentar uma ou outra característica familiar ou associável a experiências passadas ou herdadas por nosso meio de convívio primário, passa a ser considerado compreensível dentro do nosso entendimento individual. O ser humano não se preocupa mais em valorizar as qualidades alheias. Parece meio mesquinho, mas não o é. Numa sociedade que se diz evoluída é inadmissível pensar que pessoas sejam tratadas com diferença por suas diferenças. E o “eu” reina majestoso como se ainda estivés...